partíamos para as nossas vidas e de tempos a tempos, em pequenos compassos, pensava em ti, o que farias naquele preciso momento, se alguém te abraçaria e quem, e com quanta doçura, e depois, depois esperava que fosses feliz e tentava ser feliz nos braços que me eram familiares, sabendo que não há gente feliz sem lágrimas.


6 Comments:
sim...
-mind clouding!
-confusão de sentimentos por projecção do desejo
-desacerto no acerto adiado
-encontro aprasado e findo
INVIABILIDADES DITAS PELO SISTEMA LÍMBICO - c'est dure la vie d'artiste
há felicidades que não são exatamente isso...
abraços,
silvia
Bom fim de semana!
Lindo demais!
E a musica sublime!!
Um beijo*
Habituamo-nos sempre à proximidade do outro, quando se trata de proximidade. Na ausência sentimos ainda a posse e é talvez a sua perda que nos transtorna.
Nem sei se é assim, falo de coisas que já senti.E que já resolvi.
Mas sei de lágrimas, muitas. E de abraços doces. E de momentos de felicidade. E de outros de sentido vagos. Ou vazios.
Isto é a história da minha vida... ;)
Publicar um comentário
<< Home