sexta-feira, março 17, 2006

partíamos para as nossas vidas e de tempos a tempos, em pequenos compassos, pensava em ti, o que farias naquele preciso momento, se alguém te abraçaria e quem, e com quanta doçura, e depois, depois esperava que fosses feliz e tentava ser feliz nos braços que me eram familiares, sabendo que não há gente feliz sem lágrimas.

6 Comments:

Blogger -pirata-vermelho- said...

sim...

-mind clouding!

-confusão de sentimentos por projecção do desejo

-desacerto no acerto adiado

-encontro aprasado e findo

INVIABILIDADES DITAS PELO SISTEMA LÍMBICO - c'est dure la vie d'artiste

2:11 da tarde  
Blogger Silvia Chueire said...

há felicidades que não são exatamente isso...

abraços,

silvia

4:20 da tarde  
Blogger AF said...

Bom fim de semana!

11:06 da tarde  
Blogger Musician said...

Lindo demais!
E a musica sublime!!
Um beijo*

10:09 da tarde  
Blogger Elipse said...

Habituamo-nos sempre à proximidade do outro, quando se trata de proximidade. Na ausência sentimos ainda a posse e é talvez a sua perda que nos transtorna.
Nem sei se é assim, falo de coisas que já senti.E que já resolvi.
Mas sei de lágrimas, muitas. E de abraços doces. E de momentos de felicidade. E de outros de sentido vagos. Ou vazios.

1:37 da manhã  
Blogger Mystic's said...

Isto é a história da minha vida... ;)

12:33 da tarde  

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