domingo, outubro 30, 2005


O mundo que inventei sustenta-me ainda que os versos falem apenas de desejo e este seja apenas uma espécie de futuro que às vezes às-vezes se transforma em carne e se vive. e o que se vive gasta-se, não se poupa, sustentando-nos assim muito temporariamente. e ainda que nunca aborde o pão. esse pão que (l)incha a carne, e lhe dá cor e peso, a movimenta. enfim, talvez se viva melhor noutros lugares.

adeus, vôo até lá

4 Comments:

Blogger Elipse said...

No lugar das palavras. Lugar de criação e de construção.
Beijo palavroso.

1:52 da tarde  
Blogger GNM said...

Identifico-me muito com este teu texto!

Continua a sorrir...
Um bjito e uma flor!

3:05 da manhã  
Blogger Márcia Maia said...

talvez...

um beijo daqui, do outro lado do mar.

6:55 da tarde  
Blogger joaninha said...

Partir, partir assim, sem nada,
mesmo sem pão, água ou amores...
nunca! Partir assim, desolada
só leva a que se mantanham as dores

Gostei desse teu texto! Já tentei, mas volto sempre às palavras...
Um grande beijo!

11:45 da tarde  

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