
O mundo que inventei sustenta-me ainda que os versos falem apenas de desejo e este seja apenas uma espécie de futuro que às vezes às-vezes se transforma em carne e se vive. e o que se vive gasta-se, não se poupa, sustentando-nos assim muito temporariamente. e ainda que nunca aborde o pão. esse pão que (l)incha a carne, e lhe dá cor e peso, a movimenta. enfim, talvez se viva melhor noutros lugares.
adeus, vôo até lá


4 Comments:
No lugar das palavras. Lugar de criação e de construção.
Beijo palavroso.
Identifico-me muito com este teu texto!
Continua a sorrir...
Um bjito e uma flor!
talvez...
um beijo daqui, do outro lado do mar.
Partir, partir assim, sem nada,
mesmo sem pão, água ou amores...
nunca! Partir assim, desolada
só leva a que se mantanham as dores
Gostei desse teu texto! Já tentei, mas volto sempre às palavras...
Um grande beijo!
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