antes que me deite
volto ao muro das lamentações. Ouves o lamento?
tem um fundo negro tão bem pixelado e mal vivido
(se o fosse havia graffitis, ou apenas alguma erosão, ou caca de pombo, um risco)
não tem nenhum risco
é difícil sofrer da confusão dos falsos amores aqui nascidos
e chorar a culpa as culpas que se multiplicam da liberdade de criar
tanto mais que deixar-nos uns aos outros é quase inevitável
e é tão previsível amar e estar sozinho
o que seria da literatura sem esse ímpar?
Ouves o lamento? quase espicaço carpideiras
sob a vulgar motivação de fazer vibrar os espíritos sensíveis
que nas solitárias noites entram neste sítio escuro
ouve-me ajuda-me Ouves o lamento?
sou eu a voz. que inventa
Não voltes. pelo menos enquanto não aprender a prender-nos
e dessa lição não fizer poesia
Ouves?
volto ao muro das lamentações. Ouves o lamento?
tem um fundo negro tão bem pixelado e mal vivido
(se o fosse havia graffitis, ou apenas alguma erosão, ou caca de pombo, um risco)
não tem nenhum risco
é difícil sofrer da confusão dos falsos amores aqui nascidos
e chorar a culpa as culpas que se multiplicam da liberdade de criar
tanto mais que deixar-nos uns aos outros é quase inevitável
e é tão previsível amar e estar sozinho
o que seria da literatura sem esse ímpar?
Ouves o lamento? quase espicaço carpideiras
sob a vulgar motivação de fazer vibrar os espíritos sensíveis
que nas solitárias noites entram neste sítio escuro
ouve-me ajuda-me Ouves o lamento?
sou eu a voz. que inventa
Não voltes. pelo menos enquanto não aprender a prender-nos
e dessa lição não fizer poesia
Ouves?


4 Comments:
O amor sem ternura não vale a pena.
O amor carnal é curto se não for acompanhado!
Gosto de gente que gosta de palavras e as sabe usar com sensibilidade.
:)
Uaaau!
Identifico-me imenso com o teu texto!
Escreves mesmm bem!
Continua a sorrir!
beijo, Lilly. beijo.
Publicar um comentário
<< Home