
O mundo que inventei sustenta-me ainda que os versos falem apenas de desejo e este seja apenas uma espécie de futuro que às vezes às-vezes se transforma em carne e se vive. e o que se vive gasta-se, não se poupa, sustentando-nos assim muito temporariamente. e ainda que nunca aborde o pão. esse pão que (l)incha a carne, e lhe dá cor e peso, a movimenta. enfim, talvez se viva melhor noutros lugares.
adeus, vôo até lá


